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A presença das Servas de Maria na Diocese de Juiz de Fora foi pouco significativa pelo fato da jovem Congregação ter a sua casa-mãe no Rio de Janeiro, e estarem vinculadas como Congregação diocesana ao bispo de Caratinga, que lhes dera o Estatuto jurídico eclesial.

Tal condição de presença levou as religiosas, pouco tempo após à tomada de posse do prelado, D. Justino José de Santana, a assumirem a direção da Escola Normal Dr. Basílio Furtado, de Rio Novo.

As irmãs permaneceram neste centro educativo por cinco décadas. Irmã Benigna Consolata esteve na direção da Escola, apesar de sua parca saúde.60 Por várias vezes encontramos restrições das irmãs ao ensino de ambos os sexos.

Essa escola, depois de estar em condições plenas de funcionamento, assumiu também o Ensino Técnico, que consistia em abrir uma seção destinada ao ensino comercial e ginasial com o nome de Instituto Técnico. Era uma exigência para todas as escolas de Minas Gerais.

A Escola Normal exigiu um reforço do serviço das religiosas, que foi atendido pelas irmãs Maria Celeste e Maria de São Lucas. Segue-se o período nacionalista que irrompeu da Revolução de 1930.

Este fato está assim registrado:
“Realizou-se a 2 do corrente, as 12,30 horas, a sessão cívico-literária, presidida pelo Dr. Milton Braga, prefeito desta cidade. Ao lado de S. Excia., tomaram assento à mesa, à direita, a esforçada irmã diretora dessa casa, e à esquerda, o dr. Lafaiete Ateniense. Achava-se o espaçoso salão, adaptável às festas cívicas, literalmente cheio. Aberta a sessão, de acordo com o programa que se segue, os alunos entoaram o hino “Sentinela da Nação”.”