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A atitude desprendida demonstrada pelas religiosas Servas de Maria diante dos fatos que iam se sucedendo, na medida em que as necessidades de cada nova fundação pareciam estar preenchidas pela sua presença ativa e inteligente, não desanimou aquelas que se dedicavam inteiramente à missão que as interpelava.

Pode-se considerar que a tomada de decisão de irmã Beatriz de sair da Congregação, a convite do padre Julio Maria para fundar uma Congregação Feminina, teve consequências não desejadas. Em primeiro lugar, deve-se constatar o encerramento das atividades do Colégio de Caratinga. Em segundo lugar, a saída das irmãs que aí exerciam seu magistério.

Acrescenta-se a esta crise religiosa, a justa reação negativa de D. Carloto, do padre Nino e também do povo e da Congregação toda. Com Beatriz e outras duas religiosas Servas de Maria, padre Julio Maria ia enriquecendo sua nova congregação. Tal animosidade será analisada na sexta parte desta obra. Antes, porém, convém enfocar a significativa expansão da Congregação das Servas de Maria na década de 1920. É o que vamos ver.

Afirma-se que o verdadeiro berço da Congregação é Carangola. Esta conquista custou ao padre Nino várias tentativas diplomáticas e trato delicado do fato. O bom andamento do Colégio de Carangola muito ajudou para a sua estabilidade naquela cidade, sua influência na sociedade carangolense e sua visibilidade na Igreja.

Diante de vários desafios enfrentados pelas religiosas com a saída de membros da Congregação, não desanimaram aquelas que foram fiéis ao projeto educacional que sempre mais ia se impondo. Esse projeto era o de colocar-se como uma instituição respeitada e aceita pela Igreja e pelo povo de Carangola.