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Em princípios do mês de junho de 1925, realizou-se a sessão solene de abertura do novo Colégio N. S. das Dores, cuja direção era confiada à direção das Servas de Maria. O periódico de Caratinga “A Época”, noticiava o evento, com detalhes, na primeira página do n. 54:

“Realizou-se quarta feira última, nesta cidade, a inauguração do Colégio N.S. das Dores, cuja direção está confiada às irmãs de Caridade da Congregação Servas de Maria. À uma hora da tarde, no edifício que para o mesmo fim havia sido adquirido pelo Revmo. Mons. Aristides Rocha, teve lugar a sessão solene da inauguração da novel casa de ensino. A sessão foi presidida pelo Exmo. Sr. Dr. José Carlos Freire Murta, juiz de direito da comarca, tendo tomado parte na mesa diretora dos trabalhos, a convite do presidente, os senhores prof. Raul de Almeida Costa, inspetor técnico regional do ensino, e Mons. Aristides Marques da Rocha, vigário geral da diocese.

Aberta a sessão, deu o presidente a palavra ao orador oficial escolhido, nosso companheiro
de trabalho, Colombo Etienne Arreguy, que produziu o discurso que vai abaixo publicado.

Em seguida usaram da palavra o Dr. José do Patrocínio Pontes, o nosso redator Dr. Almir Ferreira de Souza, e o Dr. Pedro Brant Filho, merecendo todos os oradores prolongados aplausos dos assistentes.

À inauguração compareceu o que Caratinga tem de mais seleto e mais brilhante – cavalheiros, senhoras e senhoritas de nossa alta sociedade, cujos nomes não podemos publicar por absoluta escassez de espaço. [...]

Encerrando a sessão, o presidente declarou, em nome da irmã Diretora, instalado, nesta cidade, o Colégio Nossa Senhora das Dores. Após a sessão de instalação foi servido profuso copo de cerveja às pessoas presentes.”

O novo estabelecimento educativo recebia, portanto, todo o apoio das autoridades públicas de Caratinga.