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Desde 1924, Mons. Aristides Rocha desejava a presença das Servas de Maria em sua diocese. Sobre esta sua aspiração registram várias cartas escritas e enviadas e contatos feitos com pessoas influentes para conseguir seu intento.

Pensava e se organizava de forma a ter a presença das religiosas para depois da Páscoa, fosse para uma Escola, fosse para um Hospital. Era o ano de 1925 e a programação da ida das religiosas para Caratinga foi conturbada pelas chuvas torrenciais de março.

Por fim, a instalação das Servas de Maria em Caratinga acabou ocorrendo em maio de 1925. Após uma série de adiamentos, finalmente, nessa data pode ser realizada a ida das primeiras irmãs para Caratinga. Num documento redigido nessa mesma localidade, em 20 de maio desse mesmo ano, o padre Nino deixava registradas as peripécias da longa viagem para chegar à sede do bispado. A narrativa começa no dia 1 de maio:

“Eu e a irmã Cecília achávamo-nos em Carangola quando, tendo recebido a notícia da
vinda de Mons. Aristides Rocha, que foi ao Rio para conduzir as irmãs para Caratinga, no dia 1 de maio descemos ao Rio. Monsenhor veio-nos ao encontro em Deodoro onde, tomando o mesmo trem mineiro, conosco seguiu ao Rio com o P. Nino, tendo a Irmã Superiora descido em Cascadura, para seguir para o Orfanato de Jacarepaguá.”

É possível que as dificuldades de acesso a Caratinga tenham contribuído para diminuir o entusiasmo da fundadora em relação à obra nascente. Contudo, o Colégio Nossa Senhora das Dores não deixou de ser inaugurado a seu tempo.