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O padre Joaquim Martins Ferreira foi o mediador das religiosas para a compra da Escola Normal. Só com muito sacrifício e ajuda de pessoas notáveis da cidade é que puderam sanar as dívidas que haviam contraído. O que ajudou muito a Escola Normal foi o corpo docente constituído só pelas irmãs: cada uma se sobrecarregava com várias disciplinas de acordo com a sua especialidade de formação acadêmica.

O semanário católico intitulado “A Verdade”, publicou, em 1922, um artigo concitando os católicos e suas famílias a matricularem suas filhas na Escola Normal se quisessem dar a elas uma boa e esmerada educação. Dizia o semanário: “tudo que é prática da vida, tudo o que a sociedade moderna exige de uma senhora bem educada, ali lhe será ministrado, dentro dos limites da boa moral”.

Procedeu-se à elaboração dos Estatutos, que constatou as ótimas condições físicas e morais da escola assim como seus corpo discente e docente. A respeito deste, ressalta-se a eficiência de seu professorado, de reconhecida competência, com grande tirocínio no magistério, dispondo para o estudo das ciências de todo o material necessário.

O bom resultado obtido na realização deste projeto levou as Servas de Maria a aceitarem outra obra em Carangola, para a abertura de um colégio em Caratinga, sede da diocese. O idealizador entusiasta da presença das Servas de Maria em Caratinga foi o Vigário Geral Mons. Aristides Rocha. Ele acompanhara a implantação da obra em Carangola e, desde então, vinha nutrindo grande estima pelo padre Nino e pela Congregação por ele fundada.