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Nestas condições, o cardeal Arcoverde concordara em que a criação canônica do novo Instituto das Servas de Maria fosse feita em Caratinga. Era o que comunicava o vigário geral da arquidiocese do Rio de Janeiro, Mons. Maximiano da Silva Leite, em carta de 30 de junho de 1921:

“Recebi esse ofício de V. Excia. Sua Emcia. está pronto para reconhecer as Servas de Maria como eretas canonicamente em Caratinga, e não na Arquidiocese. Caso seja essa a vontade de V. Excia., será melhor passar-se outro documento para ficar no arquivo da Câmara Eclesiástica do Rio.”

De início, em 1921, as Servas de Maria se estabeleceram em Carangola para assumir a direção de um Asilo de Caridade. Mas no mesmo ano decidiram também tomar a seu cargo a Escola Normal da cidade, atendendo ao desejo das lideranças políticas de Carangola. Era a Escola Normal Arthur Bernardes.

O periódico A Verdade, editado pelo padre Joaquim Furtado d’Almeida, no número de 21 de julho de 1921, publicava a seguinte nota:

Vindo do Rio, com passagem por Juiz de Fora, chegou a esta cidade na passada segunda-feira, S. Excia. Revma. Sr. D. Carloto Fernandes Távora, acompanhado do Revmo. Sr. P. Nino Minelli, que vem tratar da entrega do Asilo às Irmãs Religiosas Servas de Maria, que em princípios de agosto devem chegar a esta cidade. A vinda das irmãs é um benefício de grande alcance moral e social, que muito há de contribuir para bem estar dos asilados, e para o bom nome da cidade. É, porém, necessário que todas as almas generosas e boas lhe prestem o seu auxílio. De fato, tudo se realizou como previsto, e meses depois as irmãs adquiriram a Escola Normal.”