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Este processo teve muitos desdobramentos, que veremos de forma bastante sucinta para dar espaço à significação de tais desdobramentos para a jovem Congregação. Segundo a pesquisa feita nos Arquivos da Congregação, de documentos e registros considerados fontes primárias e originais desta elaboração, destacam-se, mais que fatos históricos, simplesmente, os eventos do Espírito Santo que abriram os caminhos que levaram várias instituições religiosas a se pronunciarem sobre a aprovação do novo instituto nascente na Igreja.

A primeira instituição que encontramos a se pronunciar é a Ordem dos Servos de Maria que, só depois de aprofundada investigação sobre a seriedade da vida consagrada dos membros do jovem instituto, agregou toda a Congregação à Ordem, em 2 de maio de 1922.

O Decreto de agregação permitia a participação de todos os membros aos bens espirituais, graças e privilégios dos quais a Ordem havia sido aprovada desde a Baixa Idade Média, de 1240 em diante, no século treze, portanto. Este evento foi comunicado às autoridades da Arquidiocese com o nome de Sodalício das Servas de Maria.

Com a criação canônica e a agregação à Ordem dos Servos de Maria, a jovem Congregação estava autorizada a realizar profissão religiosa com votos públicos como consta do registro nos Arquivos da Congregação. Foi-lhe exigida a observância da Regra de Santo Agostinho e a elaboração das próprias Constituições.

Outro evento que merece destaque é a Visita Canônica de D. Próspero Bernardi, Prelado da Missão do Acre e Purus. Elaborou longo relatório e se mostrou bastante humano em sugerir que as religiosas diminuíssem o rigor com que viviam em comunidade, fato que padre Nino não aceitou e justificou de vários modos.

A publicação das primeiras Constituições teve desdobramentos que levaram as Servas de Maria, hoje com o acréscimo “do Brasil”, a sustentarem sua autonomia de agregação à Ordem e de elaborar seu texto conforme suas necessidades.