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Destacam-se significativas atitudes e entusiasmados sentimentos de satisfação por parte de irmã Cecília e padre Nino com relação à nova mudança de lugar social e de estilo de vida autônomo para as religiosas que haviam se transferido da Diocese de Niterói para a arquidiocese do Rio. Três fatos históricos foram fundamentais para a consolidação da jovem Congregação.

Em carta ao Superior Geral dos Servitas, em princípios de 1920, padre Nino elogiava a nova casa das Servas de Maria:

“A nova residência é encantadora. É uma espécie de parque na descida de um monte com muitas árvores. A brisa suave que sopra ao entardecer parece que deseja encarregar-se de transportar o perfume dessa região florida para o trono de Nossa Senhora, que sob o título de Nossa Senhora da Pena é venerada no santuário situado em seu cume.”

Em segundo lugar, destaca-se o apoio do pároco padre Felício Magaldi, barnabita. Dois anos depois, atendendo a um pedido do bispo de Caratinga, ele dava, por escrito, o seguinte depoimento sobre os primórdios da obra:

“No mês de fevereiro do ano de 1920, o Sodalício sob o título de Servas de Maria, sem quase nenhum subsídio humano, contando apenas com a proteção de Deus e da beata Virgem Maria, veio de Niterói para esta paróquia, como 50 meninas órfãs e 10 irmãs. Na Ladeira da Freguesia, n.36, foi alugada uma casa para o colégio, e na Estrada da Freguesia, n. 1012, uma para o orfanato, fixando assim sua primeira sede neste bairro suburbano de Jacarepaguá.”

Finalmente, em 14 de abril de 1920, através do Vigário da Paróquia Nossa Senhora do Loreto e em manuscritos de madre Cecília, o Cardeal Arcoverde introduz a presença do Santíssimo Sacramento no Orfanato de São José. A partir desse fato, a comunidade religiosa e as órfãs passam a ter a celebração da Santa Missa em casa. Constitui-se, assim, a verdadeira fundação de uma comunidade religiosa segundo o Direito Eclesial.