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O primeiro fato a ser evidenciado teve uma influência muito grande e significativa para a Associação das Servas de Maria Imaculada. Foi sua aceitação, na Arquidiocese, por D. Sebastião Leme, que era arcebispo coadjutor do cardeal Arcoverde. Diante de algumas restrições feitas pelo cardeal Leme, padre Nino não se deteve em tomar uma posição de avanço para que a jovem Congregação tivesse seu começo segundo as exigências eclesiásticas. Entrou em contato com o novo bispo de Caratinga, D. Carloto Távora, através de seu irmão Belizário Távora, que prontificou-se a erigir a nova Congregação em sua diocese, Caratinga, tão logo fosse obtida a autorização da Santa Sé, e a agregação à Ordem dos Servitas.

Com a aprovação das Servas de Maria como Congregação diocesana, foi possível realizar no Rio as primeiras vestições e profissões religiosas. A Congregação das Servas de Maria pôde, assim, não só consolidar o Orfanato São José, como ainda iniciar, em 1927, o Ginásio Nossa Senhora Rainha dos Corações.

Na prática, durante esse período, o Orfanato de Jacarepaguá continuou funcionando como se fosse a casa-mãe da Congregação. As Servas de Maria, portanto, tinham o seu centro propulsor das atividades no Rio de Janeiro, mas ao mesmo tempo atuavam como religiosas pertencentes a uma congregação diocesana do bispado de Caratinga.