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Entre os vários desentendimentos das autoridades eclesiásticas, as jovens permaneciam fiéis ao chamado do Senhor e na obediência de seus caminhos. Nunca se opuseram a assumir a missão de estar ao lado das pessoas de todas as categorias para dar-lhes sua atenção e serviço desprendido.

Dentro deste contexto, sempre com a iniciativa ora de padre Nino, ora de Mons. Rocha, essas mulheres sempre estiveram prontas a colaborar com os projetos que tinham em vista a fundação de um instituto. Assim, foi criada a Associação das Servas de Maria Imaculada. Era o projeto de uma nova congregação. Feito o processo de aprovação, a nova congregação teve, da Sagrada Congregação dos Religiosos de Roma, em março de 1918, conforme informava Bersani, uma resposta negativa, após consulta feita ao Núncio Apostólico do Brasil.

Este fato parece que pouco ou nada interferiu na caminhada de fé das jovens que buscavam Deus e em seu chamado para uma missão na sociedade e na Igreja. Finalmente, a Associação teve sua fundação jurídica aceita desde o início de 1918, assumindo o nome oficial de Associação das Servas de Maria Imaculada.

A característica da nova fundação que teria o nome de “Servas de Maria Imaculada”, era uma congregação de vida mista, ou seja, ativa e contemplativa ao mesmo tempo.