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O padre costumava fazer suas visitas ao Orfanato, não só para verificar o andamento da obra, mas, igualmente, para acompanhar a evolução da espiritualidade vocacional de Maria Cândida e suas companheiras. As jovens que lá trabalhavam eram consideradas por ele suas vocacionadas, por este motivo dava-lhes a orientação vocacional e espiritual também.

Diante de tal fato, Mons. Rocha, que se considerava diretor e orientador das mesmas jovens, enviou-lhe uma proibição de não mais ir lá na sua ausência. Padre Nino relatou como sentiu-se com esse fato: “Com paciência suportei a injúria, e não mais voltei”. Mais tarde, em razão de desavenças com Mons. Rocha, padre Nino passou a criticar a formação religiosa que ele ministrava às jovens candidatas. Rompido com Mons. Rocha, em carta enviada ao Geral dos Servitas, padre Nino lamentava a pouca cultura desse sacerdote para orientar as jovens do Orfanato. Somava-se a este fato a pouca liberdade que as religiosas tinham de organizar sua vida.

As jovens candidatas levaram essa situação ao conhecimento do bispo local, que resultou numa segunda chamada de atenção do bispo para com padre Nino, que comunicou o fato à Nunciatura Apostólica.Era a segunda denúncia que ele fazia junto à autoridade máxima residente no Brasil.