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Em princípios do mês de junho de 1925, realizou-se a sessão solene de abertura do novo Colégio N. S. das Dores, cuja direção era confiada à direção das Servas de Maria. O periódico de Caratinga “A Época”, noticiava o evento, com detalhes, na primeira página do n. 54:

Desde 1924, Mons. Aristides Rocha desejava a presença das Servas de Maria em sua diocese. Sobre esta sua aspiração registram várias cartas escritas e enviadas e contatos feitos com pessoas influentes para conseguir seu intento.

O padre Joaquim Martins Ferreira foi o mediador das religiosas para a compra da Escola Normal. Só com muito sacrifício e ajuda de pessoas notáveis da cidade é que puderam sanar as dívidas que haviam contraído. O que ajudou muito a Escola Normal foi o corpo docente constituído só pelas irmãs: cada uma se sobrecarregava com várias disciplinas de acordo com a sua especialidade de formação acadêmica.

A criação da Diocese de Caratinga foi motivada porque aquela parte de Minas Gerais era considerada Zona da Mata e muito necessitada de um serviço de evangelização. As paróquias eram pequenas aglomerações de habitações, com uma capelinha tosca, notando-se em toda parte o abandono, a indiferença, apesar da boa vontade e das boas disposições das populações.